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Justiça suspende a inauguração do sistema de transporte aquático de São Paulo

A inauguração do projeto Aquático-SP, que havia sido anunciada para 27 de março, foi suspensa por uma medida de caráter liminar, a pedido do ministério público

 A prefeitura de São Paulo suspendeu o início das operações do projeto Aquático-SP na represa Billings que havia sido anunciado para hoje, 27 de março, devido a uma decisão do Tribunal de Justiça, por recomendação do ministério público. A justiça entende que houve falhas no licenciamento e nos estudos de impacto ambiental (EIA). A prefeitura pode recorrer da decisão.


Em uma primeira fase, estava prevista uma operação assistida, já estruturada pela SPTrans. O Aquático-SP ligará o Cantinho do Céu, na região do Grajaú, até o parque Mar Paulista, em Pedreira, na zona sul da capital. Segundo a prefeitura, este trajeto só é realizado atualmente por meio do viário urbano e tem extensão de 17,5 quilômetros. Os passageiros que realizam o percurso precisam pegar duas linhas de ônibus e a viagem entre as duas regiões leva, em média, 1h20. Com o Aquático-SP, o percurso das embarcações pela represa Billings terá aproximadamente 5,6 km e o tempo de viagem será reduzido para 17 minutos, possibilitando também uma ligação mais rápida ao terminal Santo Amaro.


Para a prefeitura, com a utilização da Billings para transporte, a população irá se preocupara mais com a preservação da represa, que poderá ser usada também para o turismo.


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