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O PERIGO DO CIGARRO ELETRÔNICO

  🚬 Usuários de cigarro eletrônico têm 42% de chance a mais de terem um infarto do que aqueles que não fazem uso do produto, de acordo com Stella Martins, especialista em dependência química da área de



Pneumologia no Hospital das Clínicas (HC) da USP.


Os vapes, como são conhecidos, têm o que é chamado de supernicotina, que é o sal de nicotina, muito mais potente que a substância presente nos cigarros tradicionais.


O grande diferencial do eletrônico para o tradicional é que no primeiro, no lugar do tabaco macerado, é aquecida a nicotina líquida. Stella explica que o cigarro tradicional no Brasil tem um limite de 1 mg de nicotina por cada cigarro, enquanto os eletrônicos, que são pequenos e se assemelham a um pen drive, chegam a até 57 mg da substância por mililitro do líquido.

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